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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
Da Curiosidade ao Vento: A Jornada de Gugu no Paraquedismo

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Da Curiosidade ao Vento: A Jornada de Gugu no Paraquedismo

Desde o primeiro salto em Ceará-Mirim até os treinos no túnel de vento, Herbert Alves, o Gugu, compartilha sua evolução no esporte e suas dicas para iniciantes.

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Nome: Herbert Alves de Oliveira
Apelido: No paraquedismo, me chamam de Gugu.
Praticante desde: 2020
Quantidade de saltos: 65
Área preferida: Igarassu/PE

Integra: Seu primeiro salto foi duplo? Conte sobre isso:


Herbert Alves: Meu primeiro salto duplo aconteceu em 2017, em Ceará-Mirim/RN. Sempre tive curiosidade de experimentar a sensação de sair de um avião em movimento, sentir a adrenalina da queda livre em alta velocidade e aterrissar em segurança. Achava essa ideia incrível e desafiadora, o que despertou ainda mais a minha vontade de vivenciar essa experiência.

Integra: Como você soube que queria ser paraquedista?


Herbert Alves: Depois do salto duplo, fiquei convencido de que essa experiência, que já foi incrível conectado a um instrutor, seria ainda melhor vivendo a liberdade de saltar solo ou com amigos. Isso me motivou a buscar uma formação no esporte.

Integra: Onde foi seu curso de primeiro salto? Como você foi parar lá?


Herbert Alves: Meu curso de primeiro salto foi em São José de Mipibu/RN, uma cidade próxima a Natal/RN. Descobri a escola Vertical Jump ao pesquisar sobre paraquedismo na internet e decidi me inscrever.

Integra: Quem foram seus instrutores?


Herbert Alves: Meus instrutores foram Martin Cruisk e Rafael Pitombeira, conhecido como Ninfeto.

Integra: Como foi o seu curso?


Herbert Alves: Eu fiz o curso de Formação em Queda Livre (AFF).

Integra: Qual foi a sua maior dificuldade no início?


Herbert Alves: Minha maior dificuldade era o momento de comandar o paraquedas. Para superar isso, fiz algumas aulas em túnel de vento, focando nessa habilidade, o que aumentou bastante a minha confiança.

Integra: Como foi a sua progressão até se tornar atleta? Treinou com alguém?


Herbert Alves: Minha progressão foi acompanhada de perto por Rafael Pitombeira (Ninfeto). Sou muito grato pela paciência, pelo companheirismo e pela didática dele. É incrível ver um instrutor que vibra com as suas conquistas, por menores que sejam, e que oferece feedbacks valiosos para a evolução no esporte.

Integra: Hoje, onde você salta mais? Qual modalidade prefere voar?


Herbert Alves: Atualmente, salto mais em Igarassu/PE. Estou aprimorando o belly e iniciando no freefly.

Integra: Deixe uma dica para um iniciante no esporte!


Herbert Alves: Respeite as etapas, curta cada fase do processo, ouça seu instrutor ou coach, e lembre-se: o melhor salto será sempre o próximo!

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