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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
Renato Castelo Branco: Paixão pelo Céu e Pela Instrução

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Renato Castelo Branco: Paixão pelo Céu e Pela Instrução

De um Curso de Aniversário em Teresina ao Pilotagem Tandem pelo Nordeste: A História Inspiradora de Renatinho

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Nome: RENATO CASTELO BRANCO

Apelido: RENATINHO

Salta desde: junho 2007

Quantidade de saltos: 873

Área preferida: Teresina-PI

 

Integra: Seu primeiro salto foi duplo? Conte sobre (por que, como, onde, quando)

Renato: Na época tive que escolher entre salto duplo e o curso, e sem dúvidas escolhi ir direto para o curso, junto com meu grande amigo Tersandro (Tex) ambos com 15 anos e até hoje saltamos juntos e entramos na vida profissional, sempre um tentando superar o outro em uma competição saudável.

Integra: Como você soube que queria ser paraquedista?

Renato: Desde criança via na tv algumas matérias falando de paraquedismo e isso despertou esse sonho, mas antes eu me imaginava pilotando aviões, porém descobri que voar com o próprio corpo é bem mais legal hehe.

Integra: Onde foi seu curso de primeiro salto? Como você foi parar lá?

Renato: Foi em Teresina-PI, conheci um grande paraquedista José Bandeira (Bambam) que me apresentou o esporte e passou todas as dicas para a inscrição no curso, em um aeródromo onde fui ver aviões a convite do meu grande amigo no esporte (Tersandro) aos 14 anos de idade, e nós começamos juntos no esporte.

Integra: Quem foram seus instrutores?

Renato: Primeiro instrutor foi PG, e na área profissional foi com Marcello Costa

Integra: Como foi o seu curso?

Renato: Foi curso ASL, de um monomotor minuano, presente de aniversário de 15 anos (na época era permitido com autorização dos pais). Foi dai então que surgiu o apelido de Renatinho

Integra: Qual você acha que foi a sua maior dificuldade no início?

Renato: O curso ASL foca mais em navegação de paraquedas, logo, tive muita dificuldade na entrada e progressão da queda-livre, pouca informação, muito tempo para realização de área de pqd, acabei tendo uma baixa frequência de saltos no começo.

Integra: E como foi a sua progressão até ser atleta? Treinou com alguém?

Renato: Consegui treinar com mais qualidade quando ia para Boituva-SP e lá treinei com Higor Marques, Bambam, Gedeão, Marquinhos, Cabeça, Kiko, e também com instrutores recém formados, isso me deu oportunidades de experimentar metodologias diferentes.

Integra: Hoje, onde você salta mais? E qual modalidade você mais gosta de voar?

Renato: Hoje como Piloto Tandem, salto mais na minha casa (Teresina-PI), mas também no Pará, Ceará, Maranhão, e boogies do norte e nordeste. Gostei de ser instrutor de salto duplo desde o primeiro salto e faço com muito amor.

Integra: Deixe uma dica para um iniciante no esporte

Renato: Fique muito atento quando um paraquedista muito experiente der conselhos e técnicas, eles tem muita vivência e aquela dica falada talvez “em mesa de bar” pode um dia salvar sua vida e a de outros.

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