Nome: Paulo Carneiro
Apelido: dolly
Área que trabalha: Resende-RJ
Quantidade de saltos: +8k
Velame atual: katana 135
Modalidade favorita: FQL / precisão
Integra: Trabalha no paraquedismo desde quando?
Paulo: 1996.
Integra: Como foi o seu início profissional?
Paulo: Meu início no paraquedismo foi no meio militar, sou Fuzileiro Naval e me formei paraquedista militar em 1996.
Fiz outros cursos no meio militar me profissionalizando cada vez mais.
Isso só contribui para quando comecei a frequentar a área civil.
Já no meio civil quando atinge o número de saltos e o tempo necessário fiz meu primeiro curso me tornar Coach, logo depois fiz o curso de instrutor Tandem e por aí em diante.
Integra: Foi difícil?
Paulo: Para mim não foi fácil o desenvolvimento no esporte civil, principalmente porque o paraquedismo é caro, mas com muita dedicação, força de vontade e principalmente sabendo esperar o momento certo de cada etapa, consegui me profissionalizar também no meio civil trazendo toda a experiência que já tinha no meio militar.
Integra: Quais os principais desafios para se profissionalizar no esporte?
Paulo: Ao meu ver o desafio maior para aqueles que querem se profissionalizar no esporte é conseguir equacionar as finanças.
Integra: Quais as suas licenças profissionais?
Paulo: No meio militar :
Básico paraquedista
Salto livre
Mestre de salto
Mestre de salto Livre
Auxiliar de Dompsa (dobrador)
Dompsa (Rigger Militar)
No meio civil :
Coach
Instrutor Tandem
Instrutor AFF
Integra: Em qual escola você trabalha?
Paulo: O Clube/escola que eu juntamente com outros amigos criamos é a @Skydivenetunos mais ajudo aos amigos de outras donos de outras escolas também.
Integra: Faz tempo?
Paulo: O nosso clube foi fundado em 2010
Integra: Fale sobre as particularidades da sua área de pouso.
Paulo: A drop zone de Resende-RJ tem o espaço demarcado para pouso apesar bem reduzido e com muitos obstáculos no seu entorno mais vale apena lembrar que estamos falando de um aeroporto com bastante área segura para pouso.
Integra: Fale sobre as particularidades da operação de lançamento da sua área.
Paulo: Em Resende-RJ hoje nos adotamos a reta em U, com isso conseguimos colocar o máximo de Paraquedista o mais próximo possível da drop zone.
Antes era um reta só com o início do lançamento a algumas milhas a de distância de acordo com a intensidade do vento.
Integra: Como você vê seu futuro na profissão?
Paulo: Como eu lido com a formação de alunos e outras formações já há bastante tempo, hoje eu já me vejo diminuindo o lado profissional e fatalmente uma aposentadoria das funções passando assim ao paraquedismo só para lazer.
Mas como o futuro a Deus pertence, então seguimos em frente.
"Agradeço a oportunidade de participar neste canal e desejo a todos ótimos lançamentos com saltos incríveis e pousos maravilhosos."
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