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Sexta-feira, 26 de Junho de 2026
De Piloto a Paraquedista: A jornada de Mauro Aiello

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De Piloto a Paraquedista: A jornada de Mauro Aiello

Como a Paixão pelo Céu Conduziu um Piloto à Vida no Paraquedismo

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Nome: Mauro Aiello

Apelido: que eu saiba, nao tenho!🤣

Salto desde: 2005

Quantidade de saltos: 1200 +

Área preferida: Boituva que é literalmente meu quintal!

Integra: Seu primeiro salto foi duplo? Conte sobre (por que, como, onde, quando)

Mauro:  Sim, meu primeiro salto foi duplo, para ver como era. Foi no início de 2005, o mesmo ano em que fiz o AFF.

Integra: Onde foi seu curso de primeiro salto? Como você foi parar lá?

Mauro:  Iniciei meu AFF na Queda Livre e terminei na Brasil Paraquedismo. Os sócios na época encerraram a parceria, e eu acabei finalizando na Brasil Paraquedismo, que depois de 10 anos acabou sendo minha por 4 anos, entre 2014 e 2018.

Eu já era piloto, me brevetei em 1988. Inclusive, nos anos 90 (época em que tudo podia! kkk), cheguei a fazer alguns lançamentos em aviões do aeroclube onde eu voava. No início dos anos 2000, parei de voar, mas a vontade de estar nas nuvens não desapareceu. Foi aí que procurei o paraquedismo.

Integra: Quem foram seus instrutores?

Mauro:  Tive a sorte e o privilégio de ter como jump masters instrutores como Rodrigo Costa (Costinha), Pedro Hilu, Marcelo Negão e Beluga. Enfim, tive a sorte de aprender com os melhores.

Integra: Como foi o seu curso?

Mauro:  Meu curso foi bem tranquilo e, de certa forma, apesar da adrenalina, sempre me senti muito à vontade dentro de pequenos aviões. O desafio foi entender como curtir fora deles, e tive esse aprendizado no paraquedismo.

Integra: Qual você acha que foi a sua maior dificuldade no início?

Mauro:  Minha maior dificuldade nos primeiros saltos, ainda no AFF, foi entender e aplicar como realmente poderia usar meu corpo para controlar minha queda e passar da queda propriamente dita para o voo.

Integra: E como foi a sua progressão até ser atleta? Treinou com alguém? 

Mauro:  Minha progressão foi o caminho mais raiz que existe. Terminei o AFF, fiz muitos saltos de BBF, e depois meu grande amigo e incentivador do paraquedismo, Adriano Rodrigues (Insano), na época proprietário da Brasil Paraquedismo, começou a me ensinar muito sobre skydive, barriga e freefly. Finalmente, tive a oportunidade de começar a acompanhar os saltos duplos e me tornei camerafly, onde por mais de 4 anos fiz as filmagens da Brasil Paraquedismo.

Integra: Hoje, onde você salta mais? E qual modalidade você mais gosta de voar?

Mauro:  Depois me tornei treinador de BBF, mas não tive interesse em fazer o curso de tandem nem o AFF. Digamos que, pelo fato de eu ter outro trabalho fora do paraquedismo, não pude investir o tempo que é exigido para se tornar esse tipo de profissional.

Atualmente salto na Skyland com a Aline e nossos amigos e também na Adrena Jump com o He-man. Gosto muito de voar barriga em pequenas e médias formações e também curto muito voar freefly. Acredito que defenda um sitfly básico, rsrs.

Integra: Deixe uma dica para um iniciante no esporte!

Mauro:  Pratique este esporte para você e não para os outros. Respeite seus limites e sua progressão de aprendizado. Não tenha pressa em diminuir o tamanho do seu velame e sempre foque na segurança. Venha para o melhor esporte do mundo!

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