CONTE COMO FOI SEU INÍCIO
Nome: CRISTIANO HAMMES
Apelido: MONTANHA
Salta desde: 2007
Quantidade de saltos: 402
Área preferida: RESENDE
Integra: Seu primeiro salto foi duplo?
CRISTIANO: NÃO
IIntegra: Como você soube que queria ser paraquedista?
CRISTIANO: Num filme chamado Zona Mortal, que tinha várias cenas (mentirosíssimas) de skydive.
Integra: Onde foi seu curso de primeiro salto?
CRISTIANO: Skydive Resende
Integra: Como você foi parar lá?
CRISTIANO: Através de alguns amigos da escalada já haviam feito o curso lá.
Integra: Quem foram seus instrutores?
CRISTIANO: Os grandes Marcelo Siqueira e Noel
Integra: Como foi o seu curso?
CRISTIANO: No começo, tive bastante dificuldade de estabilizar. Do salto 3 até a formação, foram mais de 10 saltos girando feito louco. Até que um dia fui para lá, fiz um salto com o Siqueira, que teve toda a paciência para “tirar a craca”. No salto seguinte, a ideia era sair do montante da asa. Quando fui para lá, simplesmente caí do avião... e voei!!! (rs).
Integra: Qual você acha que foi a sua maior dificuldade no início?
CRISTIANO: Estabilizar, certamente pelo fator psicológico.
Integra: E como foi a sua progressão até ser atleta? Treinou com alguém?
CRISTIANO: Passada a fase “hélice”, fiz vários saltos solo para melhorar cada vez mais a estabilização. Com 50 saltos, fui para o túnel de vento, e a evolução foi rápida. Com 150 saltos, voltei ao túnel. A ideia sempre foi o Wingsuit, então treinei bastante tracking, até que comprei um wing Phantom 3 e, dali para frente, a maioria dos saltos foram com asa.
Integra: Hoje, onde você salta mais? E qual modalidade você mais gosta de voar?
CRISTIANO: Na verdade, estou há 3 anos sem saltar, porém com o equipamento recertificado, DAA revisado, e organizando a volta em breve. Mas a Skydive Resende sempre vai ser a minha casa, o lugar que me acolheu, não me deixou desistir, e onde fiz bons amigos.
Integra: Deixe uma dica para um iniciante no esporte!
CRISTIANO: Segurança em primeiro lugar, Sempre!!! O esporte é um momento de diversão, superação, evolução, e não há motivo plausível algum que coloque em xeque a nossa segurança. Lembro de um boogie que fui, 300km de estrada, fiz um salto e voltei, pois vi nitidamente que era mais risco que sorriso no rosto. É um esporte de risco, e o risco está lá. Cabe a nós minimizá-lo, para nossa segurança e principalmente para a dos demais! Outra dica é a padrão: Sorria! Uma minoria absoluta irá sentir a felicidade que é voar. Esse privilégio tem que ser vivido de forma alegre e segura.
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