Nome: Wellington
Apelido: Careca
Área que trabalha: Resende
Quantidade de saltos: 1300
Velame atual: velocity 96
Modalidade favorita: swoop
Integra: Trabalha no paraquedismo desde quando?
Careca: Comecei em 2013 como câmera na marinha.
Integra: Como foi seu inicio profissional? Foi difícil?
Careca: Meu inicio profissional até que não foi tão difícil, embora eu não tivesse tanta experiência sempre tive pessoas do meu lado que acreditavam no meu potencial e que me ajudavam bastante e me incentivavam a sempre buscar ser um profissional melhor. Carneiro, Brandes, Lameira, Amorim e Tony são alguns nomes que eu sempre vou respeitar por todo apoio que me deram, tenho uma dívida de gratidão enorme para com esses irmãos.
Integra: Quais os principais desafios para se profissionalizar no esporte?
Careca: Ser um profissional em qualquer área requer muito esforço, dedicação, tempo e dinheiro. Manter o foco na trajetória é bem difícil, entender que não existe vitória sem renuncia ajuda.
Integra: Quais as suas licenças profissionais?
Careca: Instrutor tandem, Instrutor AFF, Coach BBF e no meio militar também sou Mestre de Salto (MS) e Mestre de Salto Livre (MSL).
Integra: Em qual escola você trabalha?
Careca: Sou staff na Paraquedismo Rio de Janeiro desde 2021, a Skydive Netunos é outra escola que sempre que posso eu caio por lá, ela foi a primeira escola a abrir as portas no meu começo e ainda fico de free nas horas vagas. Correria total rsrsr.
Integra: Fale um pouco sobre as particularidades da sua área de pouso.
Careca: A atualmente não tem uma biruta, ela tem uma seta móvel que o RTA controla, fixando ela no inicio da navegação para que se tenha apenas uma direção de pouso e a lateral da pista (1300M) e o campo atrás do hangar é utilizado como área de escape. No entorno do aeroporto também tem alguns campos e terrenos, as ruas do entorno não são uma opção por ter muitos fios cruzando.
350m X 150m é área livre para pouso.
Integra: Fale sobre as particularidades da operação de lançamento da sua área.
Careca: Diferente de algumas outras áreas, lá em Resende todas as decolagens já tem horário previsto e o manifesto é feito no dia anterior ao salto. No dia da operação quem não conseguiu pedir as vagas vai saltar nas decolagens que tiverem vaga sobrando ou abrindo uma nova decolagem no final, as escolas podem retirar as vagas pedidas com até duas decolagens de antecedência, caso contrário terão que pagar as vagas pedidas.
A operação quando está rolando, as escolas ficam se ajudando, trocando os horários das suas decolagens e gerenciando seus staffs de maneira que todos consigam entregar seus trabalhos.
Integra: Como você vê seu futuro na profissão?
Careca: Eu me vejo viajando muito para conhecer novas áreas, melhorando cada vez mais meu nível de voo, meu conhecimento técnico e aproveitando tudo de melhor que esse universo que é o skydive tem pra oferecer.
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