NOME: DÉBORA DE FREITAS GRISOLIA
APELIDO: DÉBORA
ÁREA QUE SALTA: BOITUVA – SKYDIVE BOITUVA
QUANTIDADE DE SALTOS: 302
Integra: Como você começou no paraquedismo? Algum amigo de trouxe?
Débora: O meu primeiro contato com o paraquedismo foi através de salto duplo em 2019. Quando cheguei do trabalho em uma sexta-feira à noite, meu marido (Chris Cony) me deu a notícia de que no dia seguinte iríamos saltar logo cedinho. Adorei a ideia e assim fomos!
No sábado de manhã, fomos saltar na São Paulo Paraquedismo. Meu tandem pilot foi o Brisa, o Nem me filmou, o tandem pilot do Chris foi o PC e o câmera foi o Dunguinha. Foi sensacional! A sensação era única, como se eu quisesse perguntar: "onde é a fila deste brinquedo para subir novamente?" Então, o próximo passo foi dado, e ainda levamos minha cunhada Dani Cony junto!
Nesse dia, já fizemos alguns grandes amigos que permanecem até hoje!
Integra: Hoje, qual o seu salto favorito com os amigos?
Débora: Meu salto favorito são os saltos de Bigway, onde rola energia e interação entre todos.
Integra: Conte algum salto memorável com os seus amigos.
Débora: Meu salto memorável com certeza foi a quebra do Recorde Feminino 48way. No momento que fechamos ocorre o som do silêncio... é arrepiante!!!!
Integra: Fale sobre os amigos que o skydive te deu.
Débora: Os amigos são muitos... desde os tandens pilots e câmeras do primeiro salto, os instrutores AFF, os amigos que começaram conosco, os amigos de salto (tanto os mais experientes como os menos experientes), as meninas do recorde e do time, além dos agregados!
Integra: Você tem algum time ou grupo de treino?
Débora: Atualmente, participo de dois grupos de 4way: o UVASDMB, que é um time feminino onde a Bia Ohno é nossa coach, e um grupo misto recém-formado, onde o RP é nosso coach.
Integra: Conte uma história engraçada sobre um salto com os amigos.
Débora: A lembrança de um dos saltos mais engraçados que tenho é de um Bigway de Carnaval que fizemos na Skydive Boituva, onde estávamos todos fantasiados. Um de nossos amigos foi fantasiado de vaca, porém a parte onde ficavam as tetas eram enormes e instáveis, o que dificultou bastante a estabilidade dele , o que gerou um vídeo hilário da vaca dando vários capotes atrás da formação. E no final do jump ainda havia uma mesa de cerveja esperando na área de pouso e o lance era pousar pegando a cerveja.... já viu né?!
Integra: Você já viajou com os amigos para saltar? Qual foi a melhor viagem?
Débora: Participamos de alguns Boogies Maravilhosos: Ubatuba, Fernando de Noronha e Lençóis Maranhenses.
A melhor viagem de Boogie foi para os Lençóis Maranhenses, pois além de ter a oportunidade de saltar em um lugar maravilhoso, ainda ficamos na pousada que estava fechada para o evento com muitos amigos queridos, enfim foi uma típica excursão da 5ª série!
Integra: Conte um salto com os amigos que te deu medo.
Débora: Não falo que tenha tido um salto que tive medo, mas salto que fiquei apreensiva foi na primeira tentativa do Recorde Brasileiro 108 Way, pois foi uma experiência com um número enorme de paraquedistas em uma área nova com 9 aeronaves. Foi Sensacional!
Integra: Deixe uma dica para quem está começando no esporte a fazer mais amigos.
Débora: Algumas dicas que posso dar: participe dos eventos, converse com outros paraquedistas, se a área fechar, permaneça e tente extrair experiências valiosas. Aproveite o final do dia na área (não vá embora logo após seus saltos, relaxe e tome uma cerveja), compartilhe experiências. Enfim, viva o Skydive!
Integra: Histórias de amizade no paraquedismo.
Débora: Falar sobre amizade no paraquedismo, para mim, é como falar sobre minha família. Meu primeiro contato com o paraquedismo foi através de um salto duplo em 2019. Quando cheguei do trabalho numa sexta-feira à noite, meu marido me deu a notícia de que no dia seguinte iríamos saltar logo cedo. Adorei a ideia e assim fomos!
Nesse dia, fizemos alguns grandes amigos que permanecem até hoje! Pousamos já com aquela sensação de "onde é a fila deste brinquedo para subir novamente?" Então, o próximo passo foi dado, e ainda de quebra, levamos minha cunhada Dani Cony junto... e mais amigos queridos foram feitos!
Fomos evoluindo no esporte, e quando estávamos na categoria B, meu principal companheiro de salto (e meu grande amor), Chris Cony, junto com minha linda amiga Bia Costa, me falaram sobre os treinos para o recorde feminino. Todo o processo para o recorde foi muito intenso e acolhedor, e o resultado não poderia ser diferente: além de conseguirmos bater o recorde, fizemos amizades muito profundas.
Durante os treinos para o recorde, surgiu a oportunidade de montarmos um time feminino de 4way, e nosso time acabou sendo amadrinhado pelo time do UVASDM, onde as meninas nos acolheram e por quem tenho um imenso respeito e carinho.
Enfim, o paraquedismo é um esporte intenso, onde se vivem experiências intensas, e, portanto, os laços criados são fortes e duradouros. Minha dica é: viva o esporte de peito aberto, e os laços de amizade serão apenas uma consequência dessa vivência.
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