CONTE COMO FOI SEU INÍCIO
Nome: Alyne Medeiros
Apelido: Alyne com Y
Salta desde: 2019
Quantidade de saltos: 90
Área preferida: Boituva
Integra: Seu primeiro salto foi duplo? Conte sobre (por que, como, onde, quando):
Alyne: Faço aniversário no dia 25 de março, e resolvi me dar de presente antecipado um salto de paraquedas. Fui para Boituva no domingo, dia 10/03/2019, para mudar a minha vida! rs. Fui até a Sky Company, conheci a doida da Loló. Saltei com o Pane e o Juninho foi o câmera. Fizemos muita bagunça, me diverti horrores. Quando pousei, disse que queria aquilo de novo e de novo!!!
Integra: Como você soube que queria ser paraquedista?
Alyne: Após pousar do meu salto duplo, disse que queria de novo e de novo!!! Me falaram sobre o curso (eu nunca tinha visto ninguém saltando de paraquedas sozinho… E acho que nem vi naquele dia! rs). Eu só queria sentir aquela sensação maravilhosa mais vezes! Me passaram os valores, e eu fiquei de pensar… Estava em processo de separação de um relacionamento de 10 anos. Eis que a minha vida mudou.
Estava de férias no trabalho… Na terça-feira fiz a minha mudança para a casa nova! E na quarta-feira, dia 13/03, coloquei as malas no meu Celtinha e peguei a estrada rumo a Boituva para virar paraquedista! Eu nunca tinha viajado dirigindo para tão longe sozinha… Não conhecia Boituva, não conhecia ninguém na cidade e pouco sabia do esporte… Só fui ser feliz! Minha ideia era ficar até domingo (reservei o Toyo), mas no sábado já fiz amizade com a galera, conheci o Cafofo do Nonja e fiquei mais dois dias na cidade!
Integra: Onde foi seu curso de primeiro salto? Como você foi parar lá? Quem foram seus instrutores? Como foi o seu curso?
Alyne: Para minha felicidade, o meu instrutor do N1 do AFF foi o Juninho (que havia sido o meu câmera). Ele foi o meu primeiro amigo de Boituva! Que saudades dele! Faz uma falta enorme! Inclusive para o esporte!!! Me ensinou com muita paciência e carinho… No decorrer do curso, tive um time de peso de instrutores, que sempre foram referências no esporte para mim! Além do Juninho, tive como instrutores o Guga, Dragão, Tato e o Careca (que me formou).
Integra: Qual você acha que foi a sua maior dificuldade no início?
Alyne: Minha maior dificuldade no início? Como boa parte dos paraquedistas, acho que a falta de grana (depois de me formar, fazia um saltinho por mês, mais ou menos, só para não precisar fazer reciclagem).
Integra: E como foi a sua progressão até se tornar atleta? Treinou com alguém?
Alyne: Se tem uma pessoa a quem sou grata nesse esporte é o Hugo Leitão! Além de virar um irmão para mim, ele me ajudou muito no início! Quando ninguém queria saltar com a manicaca aqui, ele saltava! rs. Agradeço também aos ensinamentos de todos os instrutores que acabaram virando meus amigos, e à Geórgia e ao Marcelo Negão, que me contrataram para trabalhar na Sky Company sob os cuidados da doida da Elóide! rs. Com isso, além de aprender muito sobre o esporte, pude evoluir como atleta. Afinal, eu trabalhava lá aos finais de semana para progredir no esporte (pois já tinha um emprego durante a semana para pagar as contas! rs). Com essa evolução, pude começar a participar dos Big Ways da Karen Murata, que me ensinou muito sobre segurança no esporte, como saltar com mais pessoas, e que segurança e diversão podem, sim, andar juntas! Ah, esqueci de mencionar também um camp no túnel de Goiânia! Foram 3 dias de muita concentração, dores no corpo, cansaço e muito aprendizado! Foi incrível!
E das lenhas com os amigos… rs.
Salto com bote, com boia de flamingo, de biquíni em Ubatuba… Sempre com o auxílio de algum instrutor experiente!
Integra: Hoje, onde você salta mais? E qual modalidade você mais gosta de voar?
Alyne: A última vez que saltei foi no dia 28/02/2022. Fiz 5 saltos no mesmo dia!!! Depois disso, engravidei e tive o meu Pedro! E, desde então, não saltei mais! Espero um dia voltar! Mas saltava muito em Boituva! E sou barrigueira! rs.
Integra: Deixe uma dica para um iniciante no esporte!
Alyne: O esporte é seguro, mas precisamos fazer a nossa parte! Checar o equipamento corretamente, fazer as manutenções necessárias e respeitar a natureza! Sei que a ansiedade de saltar é grande, mas, se o clima não estiver favorável para a sua categoria, não vá! Aquela frase clichê: “É melhor estar aqui embaixo querendo estar lá em cima, do que estar lá em cima querendo estar aqui embaixo…”
Eeeee… Só salta quem tem na área!
Muito céu azul e pousos sempre suaves a todos!
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