Nome: Arthur Ribeiro Varela
Apelido: Morcego
Área que trabalha: Skydive Resende
Quantidade de saltos: 8.000
Velame atual: Leia 74
Modalidade favorita: Freefly and Pousos
Integra: Trabalha no paraquedismo desde quando?
Arthur: Trabalho desde 2015.
Integra: Como foi o seu início profissional?
Arthur: Meu primeiro voo de avião foi no curso AFF.
Integra: Foi difícil?
Arthur: Foi uma superação. Havia perdido meu pai e não sabia o que fazer da vida, era profissional da área de saúde (fisioterapeuta minha formação acadêmica) e resolvi me formar no Skydive.
Integra: Quais os principais desafios para se profissionalizar no esporte?
Arthur: Ter foco na vida escolher o que quer, se livrar das nights, das festas e de tudo que tire o seu foco, a parte financeira também é muito complicada, pois se trata de um esporte de elite mundial.
Integra: Quais as suas licenças profissionais?
Arthur: Tenho todas de instrutor e só não faço Tandem Pilot.
Integra: Em qual escola você trabalha?
Arthur: Trabalhei para Skydive Resende e fui LO da empresa 4 fun em Resende , hoje tenho a Skydive 360 porém fechada por obras no aeroporto de Resende.
Integra: Faz tempo?
Arthur: São 15 anos de Skydive Resende.
Integra: Fale sobre as particularidades da sua área de pouso.
Arthur: Trabalho em Resende uma área de Skydive considerada de médio ou pequeno porte com uma só aeronave porém o lugar é mágico quase não chove e não venta, existem cachoeiras próximas da ZL e o clima é fantástico para a prática pelo fato do Skydive estar próximo da cidade do RJ também nos remete ao litoral.
Integra: Fale sobre as particularidades da operação de lançamento da sua área.
Arthur: Nossa área hoje é presidida pelo então campeão Brasileiro de FQL João Carlos que é o dono da Skydive Resende com Hangar e o Nilo Sombra que hoje é o dono e gerencia a escola Skydive Resende , temos um Caravan que faz parte da empresa 4 Fun e que opera em Resende todos os fins de semana Full.
Integra: Como você vê seu futuro na profissão?
Arthur: Ainda acho que como profissional existem muitas associações e federações, ainda não tenho uma perspectiva futura porém o que vejo no RJ são as áreas de salto fechando.
Quando comecei, nós saltávamos no Booguie de Saquarema o piloto era o Jorginho e a fly factory fazia eventos por lá e depois acabou.
Skydive Búzios era em março e dá pra imaginar o que acontecia lá com o evento de paraquedismo na cidade, era um verdadeiro festival.
Depois as áreas de Resende e RJ foram fechadas por motivos políticos e com a resposta de que seriam obras de reparo, porém já foram vencidas duas datas de reabertura estando ainda fechado para a prática do skydive, até a data de hoje nessa entrevista, as áreas continuam fechadas, mas o CNP (Centro Nacional de Paraquedismo) está aberto e é lá que trocamos experiências e encontramos com os amigos de outros estados e também a galera que mora em SP e vive do skydive no CNP para confraternizar e viver essa experiência mágica de voar.
Blue Skies
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