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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2026
A Conquista de um Sonho: A História de Martin Sampaio no Paraquedismo

Brasil e Mundo

A Conquista de um Sonho: A História de Martin Sampaio no Paraquedismo

De um sonho de infância à realização nas alturas: como Martin Sampaio transformou a paixão pelo paraquedismo em um estilo de vida

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Nome Martin de Almeida  Sampaio

Apelido Martin

Salta desde 17  de agosto de 2.019 

Quantidade de saltos 430

Área preferida Boituva 

Integra: Seu primeiro salto foi duplo? Conte sobre (por que, como, onde, quando)

 Martin: Sim. Em dezembro de 2009, saltei com o piloto tandem Érico na Skydive Boituva. Tudo correu bem, mas senti que faltava algo a realizar.

Integra: Como você soube que queria ser paraquedista?

 Martin: Desde garoto, assistia a muitos filmes da Segunda Guerra Mundial e adorava ver aqueles homens corajosos saltarem atrás das linhas inimigas. Naquela época, o paraquedismo era inacessível para a maioria de nós, garotos com poucos recursos financeiros. Foi um sonho guardado por muitos anos. Em 1984, houve uma visita a Boituva, mas ainda não era chegado o meu momento.

Integra: Onde foi seu curso de primeiro salto? 

 Martin: Solo, foi em Boituva, através da WOW Paraquedismo..

Integra: Como você foi parar lá?

 Martin: Eduardo, meu filho, sabendo do meu desejo de saltar, pesquisou na internet e me deu o curso de paraquedismo de presente no meu aniversário de 60 anos.

Integra: Quem foram seus instrutores?

 Martin: O meu instrutor da parte técnica foi o Paulo Cesar Mirkai, o querido PC. No salto, fui acompanhado pelo PC e pelo Jean.

Integra: Como foi o seu curso?

 Martin: Foi excelente e me preparou para enfrentar a jornada de paraquedista.

Integra: Qual foi a  sua maior dificuldade no início? 

 Martin: A minha maior dificuldade no início foi o pouso, algo que se aprende com a experiência e o tempo.

Integra: E como foi a sua progressão até ser atleta? Treinou com alguém? 

 Martin: O paraquedismo é algo que nunca se esgota. A cada salto, aprendemos algo novo, sempre focando no esporte e na segurança. O meu parceiro constante é o meu filho, além do pessoal da escola, como o PC, Jean, Will, Guga e os demais atletas e amigos que fiz nessa jornada. Fiz túnel no iFLY da Marginal.

Integra: Hoje, onde você salta mais? E qual modalidade você mais gosta de voar?

 Martin: Continuo saltando em Boituva, uma excelente área no Brasil para a prática do esporte.  A modalidade que mais gosto de voar é o freefly. Dentro do free fly o deslok.

Integra: Deixe uma dica para um iniciante no esporte!

 Martin: Pratique o seu esporte na máxima segurança  possível, pois isto garantirá a sua evolução e continuidade no paraquedismo.

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